domingo, 7 de novembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
"Eles dizem que o seu cabelo é sujo, que o seu cheiro é forte, que você não sabe a diferença entre o certo e o errado e que você colocou suas patas imundas nas nádegas das amigas de Mary Anne. Por absoluto desarranjo orgânico-fisiológico passa o dia de Ação de Graças comendo amendoim japonês, tomando groselha e urinando na piscina oval da casa de campo de John Pitsburg em Detroit. Sempre vão existir babacas em Detroit. Groselhas, chinelos, piqueniques com sanduíche de mortadela e toalha quadriculada num domingo ensolarado às sete da manhã. A limonada um tanto quanto azeda do cozinheiro gago de tia Morgan. Aquele gostinho de cangambá no céu da boca. A vizinha xingando o marido de bicha, babando e batendo no batente da porta de madeira de lei na entrada da casa do sítio de um genro íntimo do especialista em afrodisíacos dietéticos do tecladista albino da Madonna cover. Sempre vão existir albinos, bexigas, passeatas contra o extermínio da formiga uirapuru das matas ao leste da fazenda de plantação de quiabo de Mr. McBerry. Sempre vão existir vovôs, minhocas, grunges com camisas de flanela xadrez amarradas na cintura, devorando um hot dog, fumando e coçando em frente à saída da garagem do hotel da Madonna cover. Sempre vão existir transformistas mambembes discursando sobre a influência de Júpiter no movimento neodadaísta iniciado por um ermitão surdo e viciado em groselha. Sempre vão existir anormais e desequilibrados que não dizem coisa com coisa, não respiram e não conseguem parar de falar. E foi então que eu pensei, levantei e abri minha Caca-Cola. Espera aí, pô. Eu tinha pedido tubaína. Tubaína. Sempre tubaína".
terça-feira, 14 de setembro de 2010
em agosto, convém fingir que se tem pressa.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010

When tears are in your eyes, I will dry
them all;
I'm on your side. When times get rough
And friends just can't be found,
Like a bridge over troubled water
I will lay me down.
Like a bridge over troubled water
I will lay me down.
When you're down and out,
When you're on the street,
When evening falls so hard
I will comfort you.
I'll take your part.
When darkness comes
And pain is all around,
Like a bridge over troubled water
I will lay me down.
Like a bridge over troubled water
I will lay me down.
Sail on silvergirl,
Sail on by.
Your time has come to shine.
All your dreams are on their way.
See how they shine.
If you need a friend
I'm sailing right behind.
Like a bridge over troubled water
I will ease your mind.
Like a bridge over troubled water
I will ease your mind.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
sábado, 24 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
ensaio sobre a cegueira

"[...] se antes de cada ato nosso nos puséssemos a pensar em todas as consequências dele, a pensar nelas a sério, primeiro as imediatas, depois as prováveis, depois as possíveis , depois as imagináveis, não chegaríamos sequer a mover-nos de onde o primeiro pensamento nos tivesse feito parar. Os bons e os maus resultados dos nossos ditos e obras vão se distribuindo, supõe-se que de uma forma bastante uniforme e equilibrada, por todos os dias do futuro, incluindo aqueles infindáveis, em que já cá não estaremos para poder comprová-lo, para congratular-nos, ou pedir perdão, aliás, há quem diga que isso é que é a imortalidade de que tanto se fala."
segunda-feira, 21 de junho de 2010
A arte de amar
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus — ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
Kiss a wookie, kick a droid
Fly the falcon through an asteroid
Till the princess is annoyed
This is spaceships, it's monsters, it's Star Wars, we love it!
Come and help me, Obi-Wan
X-wing fighter and a blaster gun
Dance with Ewoks, oh what fun!
This is spaceships, it's monsters, it's Star Wars, we love it!
sábado, 5 de junho de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010

Take these broken wings and learn to fly
All your life
You were only waiting for this moment to arise
Black bird singing in the dead of night
Take these sunken eyes and learn to see
all your life
you were only waiting for this moment to be free
Blackbird fly, Blackbird fly
Into the light of the dark black night.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Eu queria pra mim tudo o que eu nunca fiz.

"Penso em escrever um livro só com as frases que um dia grifei. Tornar meu, o que não era meu. Tornar meu o que adquiri. Eu queria escrever um livro. Eu não queria plantar uma árvore. Não queria um filho. Queria só um livro. Queria ler um livro que eu mesmo escrevesse. Um escritor disse uma coisa um dia. Eu não sei quem ele era. Só ouvi dizer o que ele teria dito. Parecia arrogância, mas não era. Era auto-suficiência. Parece que perguntaram pra ele o que ele lia, ou o que estava lendo. "Quando quero ler um livro, eu mesmo escrevo". Eu queria ter tido isso. Eu queria poder escrever. Mas em mim só encontro o silêncio. E por isso, eu não sei escrever. Escrever, é claro que eu sei. Só não sei escrever um livro. Não consigo encontrar as palavras. Não consigo encontrar as palavras nas palavras. Só encontro minha voz, no que penso. Mas o que eu penso, ninguém ouve. O que eu penso é silêncio. Então eu me calo. O silêncio é minha voz.
O silêncio é a voz que eu calo.
O silêncio é a voz que eu guardo.
O silêncio, é lá onde eu moro.
O silêncio sou eu."
sábado, 1 de maio de 2010
Loves Among the Roses

ask where reddest roses grow
Rosy fances he invites,
and in roses he delights.
Have you found him?" "No!"
"Seek again, and find the boy
in childhood's heart, so pure and clear."
Now the fairies leap for joy
crying "Love is here!"
"love has found his proper nest;
and we guard him while he dozes
In a dream of peace and rest
rosier than roses."
quarta-feira, 28 de abril de 2010

Me ensina a não andar com os pés no chão
Para sempre é sempre por um triz
Ah, diz quantos desastres tem na minha mão
Diz se é perigoso a gente ser feliz
Olha,
Será que é uma estrela?
Será que é mentira?
Será que é comédia?
Será que é divina a vida da atriz?
Se ela um dia despencar do céu
E se os pagantes exigirem bis
E se um arcanjo passar o chapéu
E se eu pudesse entrar na sua vida. . .
terça-feira, 27 de abril de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Chitilim

_ Só tem um caminho até lá?
_ Só! Pelas bordas da escada, nunca pelo meio, pelo meio o caminho é normal e leva para o lugar de sempre.
A escada tinha degraus leves e era fácil de subir. As laterais eram muretas da altura do chão. Chitilim explicava justamente isso: para chegar ao jardim secreto era preciso subir a escada por uma das muretas.
_ Antes do crepúsculo, ouviu? Por que depois o jardim desaparece e as amoras se transformam em formigas gigantes.
Mariana espantou-se, mas em seguida fez cara de coragem e seus olhos ficaram bem pequenos. Ela continuou olhando a escada, decidindo se ia mesmo subir ou não.
_ Antes do crepúsculo!
Chitilim apressou Mariana.
_ Qual é a cor de lá?
Ele riu da pergunta.
_ Não vou responder, se você pode ir até lá e ver você mesma!
Mariana ficou irritada. Precisava de outra pergunta. Uma que ele não pudesse evitar responder. Pensou...pensou...e...
_ O que são amoras?
_ Ora! Amora?... Amora é o feminino de amor. Se você me ama, eu sou Chitilim, o seu amor; se eu te amo, você é Mariana, minha amora.
Chitilim sabia que isso tudo era uma estratégia de Mariana, ela queria ganhar tempo, então retirou do bolso um caleidoscópio e entregou a ela.
_ Segura um instante?
Mariana arregalou os olhos.
_ Então, isso é um instante?
Segurou o caleidoscópio por um dos lados.
_ Nunca pensei que pudesse segurar um instante!
Chitilim arrumou os óculos que estavam meio caídos em seu nariz e fez cara de pensamento.
_ Mas pode! E enquanto conseguir o universo todo caberá em sua mente. O tempo, desde que tudo começou, até quando tudo acabar, caberá na sua cabeça. Enquanto segurar o instante você poderá estar em todos os lugares ao mesmo tempo e ter todas as respostas que procura sem entender nenhuma.
Chitilim queria que o caleidoscópio animasse Mariana.
_ Olhe dentro um instante!
Mariana olhou, e logo depois, impressionada, tirou o objeto dos olhos. Agora tudo o que olhava era como se fosse pelo caleidoscópio.
Ela olhou para o alto da escada e pôde ver a entrada do jardim. Era muito iluminado e possuía milhares de amoreiras.
Fazia muito tempo que Chitilim falava do jardim e de como tudo nele era mais colorido, e como as frutas eram mais doces, e como tudo lá era mais fácil de entender.
No entanto, Mariana evitou acompanhá-lo até as escadas o quanto pôde, mas agora estava lá e sabia o que devia dizer a ele.
_ Chitilim.
Ele estava muito divertido pelos olhos de caleidoscópio. Mas ela se controlou para não rir.
_ Oi?
_ Tem uma coisa que preciso dizer, já faz um tempo, mas estava sem coragem.
_ Fala!
Mariana abaixou a cabeça e algumas lágrimas caíram. Quando ergueu de novo a cabeça já não tinha mais seus olhos de caleidoscópio, Chitilim estava normal e alguns passos para trás. Ele já havia entendido.
O sol começava a se pôr e as cores ficaram todas muito vivas. Era o crepúsculo, o dia estava indo embora. O brilho do jardim ficou mais forte chegando a iluminar até o pé da escada.
_ Você precisa ir Chitilim. Eu não posso mais ver você.
O crepúsculo passou e o jardim desapareceu.
Chitilim nunca se afastou de Mariana e às vezes, quando ela solta os olhos no nada, pensativa, ele é capaz de jurar que ela está olhando para ele. Mas ele não tem certeza, nem coragem de tentar falar com ela.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
April Fools

Oh what a shame that your pockets did bleed on st. valentine's
And you sat in a chair
Thinking "boy i'm such a prince!"
Well, life's a train that goes from february on
Day by day
But it's making a stop on april first
And you will believe in love
And all that it's supposed to be
But just until the fish start to smell
And you're struck down by a hammer
Sure, you were swift
When the handsome greek boys dropped by with gifts
You are suave
Thanks to ribbons that open sesame
But in the stars and closer to home, in every planet
It ain't hard for me and dear jo jo to see
That you will believe in love
And all that it's supposed to be
But just until the fish start to smell
And you're struck down by a hammer
So let it all go by
Looking at the sky
Wondering if there's clouds and stuff in hell
And you will believe in love
And all that it's supposed to be
But just until the fish start to smell
And you're struck down by a hammer
quarta-feira, 31 de março de 2010
even though she's only giving me pain,
I'll be on my knees to feed her,
spend a day to make her smile again
Even though I'll never need her,
even though she's only giving me pain
As the world is soft around her,
leaving me with nothing to disdain.
Even though I'm not her minder,
even though she doesn't want me around,
I am on my feet to find her,
to make sure that she is safe and sound.
Even though I'm not her minder,
even though she doesn't want me around,
I am on my feet to find her,
to make sure that she is safe from harm.
The sun sets on the war,
the day breaks and everything is new...
segunda-feira, 29 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
C.L.
terça-feira, 16 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
Pedradas e flechadas do destino feroz
Ou pegar em armas contra o mar de angústias -
E, combatendo-o, dar-lhe fim? Morrer; dormir;
Só isso. E com o sono - dizem - extinguir
Dores do coração e as mil mazelas naturais
A que a carne é sujeita; eis uma consumação
Ardentemente desejável. Morrer - dormir -
Dormir, Talvez sonhar. Aí esta o problema!
Os sonhos que virão no sono da morte
Quando tivermos escapado ao tumulto da vida
Nos obriga a hesitar: e é essa reflexão
Que dá à desventura uma vida tão longa.
Pois quem suportaria o açoite e os insultos do mundo,
A afronta do opressor, o desdém do orgulhoso,
As pontadas do amor humilhado, as delongas da lei,
A prepotência do governante, e o achincalhe
Que o homem paciente e dedicado recebe dos inúteis,
Podendo, ele próprio, encontrar seu repouso
Com um simples punhal? Quem aguentaria fardos
gemendo e suando numa vida servil,
Senão por temer alguma coisa após a morte -
o país não descoberto, de cujos confins
Jamais voltou nenhum viajante - nos confunde a vontade,
Nos faz preferir e suportar os males que já temos,
A fugirmos pra outros que desconhecemos?
E assim a reflexão faz todos nós covardes.
e assim a força natural de uma decisão
Se trasnforma em fétido pensamento.
E empreitadas de vigor e coragem,
Refletidas demais, saem de seu caminho.
Perdem o nome de ação.
terça-feira, 9 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
domingo, 28 de fevereiro de 2010

o buraco do espelho está fechado
agora eu tenho que ficar aqui
com um olho aberto, outro acordado
no lado de lá onde eu caí
pro lado de cá não tem acesso
mesmo que me chamem pelo nome
mesmo que admitam meu regresso
toda vez que eu vou a porta some
a janela some na parede
a palavra de água se dissolve
na palavra sede, a boca cede
antes de falar, e não se ouve
já tentei dormir a noite inteira
quatro, cinco, seis da madrugada
vou ficar ali nessa cadeira
uma orelha alerta, outra ligada
o buraco do espelho está fechado
agora eu tenho que ficar agora
fui pelo abandono abandonado
aqui dentro do lado de fora
sábado, 20 de fevereiro de 2010
"Um barulho fez-se ouvir atrás dela.
Coraline virou-se. Em pé, sobre o muro próximo a ela, achava-se um gato grande e preto, idêntico ao gato grande e preto que vira no terreno de casa.
- Boa tarde - disse o gato.
Sua voz soava como uma voz de dentro da cabeça de Coraline, a voz com a qual ela pensava as palavras; mas essa era uma voz de homem, não de menina;
- Olá - disse Coraline. - Eu vi um gato como você no jardim lá de casa. Você deve ser o outro gato.
O gato balançou a cabeça.
- Não - disse. - Não sou o outro coisa nenhuma. Sou eu. - Inclinou a cabeça para o lado; os olhos verdes brilhavam. - Vocês, pessoas, se esparramam por toda parte. Nós gatos, nos mantemos íntegros, se é que me entende.
- Suponho que sim. Mas, se você é o mesmo gato que vi lá em casa, como sabe falar?
Gatos não têm ombros, não como as pessoas; mas ele encolheu-se em um movimento suave quecomeçava na ponta do rabo e terminava no gesto de elevação dos bigodes.
- Eu sei falar.
- Lá em casa, os gatos não falam.
- Não? - perguntou o gato.
- Não - respondeu Coraline.
O gato pulou gentilmente do muro para a grama perto dos pés de Coraline. Olhou-a fixamente.
- Bem, é você a especialista - disse o gato secamente. - Afinal, que sei eu? Sou apenas um gato.
Foi se afastando com a cabeça e a cauda erguidas orgulhosamente.
- Volte - disse Coraline. - Por favor, desculpe-me. Sinceramente, desculpe-me.
O gato parou de andar, sentou e começou a se lamber pensativo, aparenteente sem perceber a existência de Coraline.
- Nós poderíamos ser amigos, sabe? - disse Coraline.
- Nós poderíamos ser espécimes raros de uma raça exótica de elefantes africanos dançarinos - respondeu o gato. - Mas não somos. Pelo menos - acrescentou felinamente depois de disparar um rápido olhar para Coraline -, eu não sou.
Coraline suspirou.
- Por favor, qual é o seu nome? - perguntou ao gato. - Olha, sou Coraline. Tá?
O gato bocejou lenta e cuidadosamente, revelando uma boca e uma língua de um rosa impressionante.
- Gatos não têm nomes - disse.
- Não? - perguntou Coraline.
- Não - respondeu o gato. - Agora, vocês pessoas têm nomes.
Isso é porque vocês não sabem quem vocês são. Nós sabemos quem somos, portanto não precisamos de nomes.
Havia algo irritante e arrogante no gato, Coraline concluiu. Como se fosse, em sua opinião, a única coisa em qualquer mundo ou lugar que pudesse ter alguma importância.
Metade de Coraline queria ser rude com ele, a outra metade queria ser educada e respeitosa. A metade educada venceu.
- Por favor, que lugar é esse?
O gato olhou rapidamente ao seu redor.
- É aqui - respondeu.
- Isso eu posso ver. Bem, como você chegou aqui?
- Do mesmo modo que você. Eu caminhei - disse o gato - Assim.
Coraline observou o gato andar lentamente pelo gramado. Passou por trás de uma árvore e não apareceu do outro lado. Coraline foi até a árvore e olhou por detrás. O gato havia sumido.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

A Rita levou meu sorriso
No sorriso dela
Meu assunto
Levou junto com ela
O que me é de direito
E Arrancou-me do peito
E tem mais
Levou seu retrato, seu trapo, seu prato
Que papel!
Uma imagem de são Francisco
E um bom disco de Noel
A Rita matou nosso amor
De vingança
Nem herança deixou
Não levou um tostão
Porque não tinha não
Mas causou perdas e danos
Levou os meus planos
Meus pobres enganos
Os meus vinte anos
O meu coração
E além de tudo
Me deixou mudo
Um violão
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
sábado, 23 de janeiro de 2010
e eu não queria no meu caderno página triste.
desenho feito na areia o mar apaga.





























